Going Japanese / Ajaponesando-se

English below!

Desde muito pequeno sempre tive um fascínio muito grande pela cultura japonesa. Quando falo sobre isso hoje em dia, muita gente reage com surpresa, achando inusitado que alguém lááá no Brasil tenha tido um convívio estreito com japoneses ainda com pouca idade. O fato é que o resto do mundo não conhece a história da imensa imigração japonesa no Brasil, muito menos a herança cultural que eles presentearam às comunidades que os receberam.

 

gamanacasa lights 8
Japanese inspirated Art by Lore Hauermann

A semente fértil do interesse foi plantada quando criança e germinou para a vida toda… Meu livro preferido? “O Fuzil de Caça” de Yasushi Inoue, leitura que me marcou tanto que eu estudei o livro para decorá-lo. Eu nunca vi ou ouvi alguém falar do amor daquela maneira.

Minha casa também abriga várias obras japonesas, ou de inspiração japonesa… e também obras orientais em geral, por um sentimento de “adoção por simpatia”, mesmo respeitando a diferença entre essas culturas específicas. Não são só quadros, objetos e livros. Quando eu comecei a me interessar por paredes escuras, pretas, iniciei uma pesquisa de imagens que me fez parar lá no Japão. Talvez por ressonância daquele convívio infantil, eu tenha me sentido tão aconchegantemente em casa vendo os escuros das casas japonesas que escondem muito mas, ao mesmo tempo, fazem brilhar o pouco que escolhem revelar de maneira majestosamente bela.

Art in the lu gamanacasa

Since I was very little I was always fascinated by japanese culture. Nowadays, when I talk about that, some people react with surprise, thinking it unused that someone faaaar away in Brazil could have a close relationship with the Japanese in such a young age. The fact is that the rest of the world does not imagine the big history of Japanese imigration in Brazil and even less the cultural heritage they brought as a gift to the communities who received them.

Art assymetric gamanacasa

 

The fertile seed of interest planted during childhood germinated for the whole life. My favorite book? “The hunting gun” by Yasushi Inoue, a reading that branded me so strongly I studied the book to learn it by heart. I never saw or heard someone speak about love that way.

My home also shelters many Japanese works, or with Japanese inspiration…and also oriental works in general, by a certain feeling of “adoption by sympathy”, even though I respect the diference between those specific cultures. I don’t talk only about pictures, objects and books. As I started feeling attracted by dark walls, black walls, I also began a research about images that made me land in Japan. Maybe as a resonance of that infantile experience, I felt so cozily at home when I saw the darkness of some Japanese houses. A darkness that hide so much but at the same time bring to shine the little they choose to reveal in a most majestically beautifull way.

 

3 comentários sobre “Going Japanese / Ajaponesando-se

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